Política de Privacidade (LGPD)
CRM engenhar.ia, mantido pela engenhar.ia. Versão 2.
- Quem trata: a engenhar.ia opera o CRM. O Assinante é o Controlador dos dados dos seus contatos e a engenhar.ia atua como Operadora; quanto aos dados de cadastro do próprio Assinante, a engenhar.ia é a Controladora.
- Dados tratados: cadastro do usuário, dados de empresas, contatos e negócios inseridos, registros de acesso (Marco Civil) e dados das integrações que você ativar.
- Finalidades e bases legais (LGPD, art. 7º): a base legal principal do tratamento dos dados operacionais do CRM (empresas, contatos, negócios e agenda) é a execução do contrato (art. 7º, V), pois o tratamento é necessário para prestar o serviço contratado, e não se apoia em consentimento. Somam-se o cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II, como a guarda de registros pelo Marco Civil), o legítimo interesse (art. 7º, IX, como segurança e prevenção a fraude) e o consentimento (art. 7º, I) apenas onde a finalidade não decorre do contrato, como marketing e captação de leads nas ferramentas públicas.
- Compartilhamento: apenas com provedores necessários (hospedagem, IA, mensageria e pagamento), sob contrato e medidas de segurança.
- Direitos do titular (art. 18): acesso, correção, eliminação, portabilidade e revogação, pelo canal do Encarregado indicado abaixo.
- Segurança: medidas técnicas e administrativas, como isolamento por tenant, criptografia e menor privilégio.
- Retenção: pelo tempo necessário às finalidades e às obrigações legais; depois, eliminação ou anonimização.
- Transferência internacional: pode ocorrer ao usar provedores fora do Brasil (por exemplo, de IA), com as salvaguardas do art. 33.
- Encarregado (DPO): você pode contatar o Encarregado pelo e-mail suporte@engenharia.team.
- Monitoramento de uso (observabilidade): a engenhar.ia registra e analisa metadados de uso do sistema (datas e frequência de acesso, quantidade e tipo de ações, como criar, editar e mover registros, áreas e recursos utilizados e adoção de funcionalidades), com as finalidades de suporte, segurança, prevenção a fraudes, melhoria do produto e capacitação do Assinante (por exemplo, identificar subutilização e necessidades de treinamento). A base legal é a execução do contrato (art. 7º, V) e o legítimo interesse (art. 7º, IX). O monitoramento recai sobre os metadados de uso, não sobre o conteúdo comercial dos negócios do Assinante, que permanece sob o seu controle e isolado por tenant. Os relatórios de uso ficam restritos à equipe do produto, no mínimo necessário.